Abstract
Como a propaganda gesta o tempo e os corpos dos indivíduos nas sociedades capitalistas? Como redes sociais, jogos sociais e TV digital suportam a educação sobre consumo? Como pensar narrativas hipermidiaticas que explorem a obesidade infantil, as propagandas? Como visualizar políticas educacionais que integrem família e escola no exercício do controle social e parental da propaganda obesogênica? As narrativas que envolvem os jogadores de Ecocity, por exemplo, podem servir de base para pensarmos em princípios narratológicos aplicados à educação sobre TV e consumo, orientando cooperação na gestão de cidades (virtuais) em que, por exemplo, num momento inicial as economias destas cidades requereriam mais energia e gerariam mais doenças e insatisfação ao focarem suas atividades numa logística de produção e distribuição de alimentos obesogênicos e num segundo momento requereriam menos energia e gerariam menos doenças e insatisfação por focarem na produção e distribuição de alimentos sustentáveis. Por um lado vemos gestos constrangedores propostos pelas propagandas obesogênicas que engendram os corpos de todos os membros das famílias para funcionarem como máquinas de produção; por outro vemos falas sendo registradas pelos jogos e redes sociais e veiculadas na TV digital.Authors retain the copyright to their works and grant the Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (CIADS) the right of first publication.
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