Insulinas Análogas: responsabilidade do SUS e a judicialização

Autores

  • Jorge Lima Universidade de Brasília
  • Ana Francisca Kolling Ministério da Saúde

DOI:

https://doi.org/10.17566/ciads.v4i4.211

Palavras-chave:

judicialização, Sistema Único de Saúde, insulinas análogas, Estratégia de Saúde da Família

Resumo

Trata-se de um estudo descritivo, epidemiológico e analítico com abordagem qualiquantitativa. O artigo buscou identificar a relação entre cobertura da Estratégia de Saúde da Família e o aumento de ações judiciais de insulinas análogas nas regiões Sul e Nordeste do Brasil. Nos anos 2010, 2011 e 2012, o consumo de insulinas análogas foi crescente tanto na região sul quanto nordeste. A região sul, apesar de ter um SUS organizado, IDH desenvolvido e educação estruturada, apresentou falhas no programa de diabetes. Em contrapartida, a região nordeste possui IDH baixo na maioria dos municípios e educação deficiente, porém, observou-se a necessidade de reorganização dos programas voltados ao atendimento de usuários portadores de doenças crônicas, em especial, a diabetes, nessa região. Entende-se, que o fortalecimento da atenção básica como porta de entrada para o SUS, nas regiões estudadas pode minimizar o problema da judicialização da saúde.

Biografia do Autor

Ana Francisca Kolling, Ministério da Saúde

Mestre em Epidemiologia, atua no Departamento de DST/HIV-Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde

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Publicado

2015-12-17

Como Citar

1.
Lima J, Kolling AF. Insulinas Análogas: responsabilidade do SUS e a judicialização. Cad. Ibero Am. Direito Sanit. [Internet]. 17º de dezembro de 2015 [citado 10º de maio de 2021];4(4):29-43. Disponível em: https://www.cadernos.prodisa.fiocruz.br/index.php/cadernos/article/view/211

Edição

Seção

ARTIGOS