Reflexões sobre o modelo de fiscalização sanitária nos portos, aeroportos e fronteiras do Brasil
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DOI:

https://doi.org/10.17566/ciads.v4i1.188

Como Citar

1.
Reflexões sobre o modelo de fiscalização sanitária nos portos, aeroportos e fronteiras do Brasil. Cad. Ibero Am. Direito Sanit. [Internet]. 31º de março de 2015 [citado 1º de fevereiro de 2026];4(1):3-11. Disponível em: https://www.cadernos.prodisa.fiocruz.br/index.php/cadernos/article/view/188

Resumo

A pesquisa teve como objetivo o estímulo à reflexão sobre os limitantes do controle sanitário dos portos, aeroportos e fronteiras, mediante a apresentação de uma análise do modelo de fiscalização sanitária exercido nas áreas de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados do país. Foi feita uma análise dos dados de inspeções em ambientes e produtos, no espaço territorial da pesquisa. A fonte de pesquisa foi o sistema informatizado intitulado Programa Estatístico de Portos, Aeroportos e Fronteiras (ESTATPAF). Os resultados reforçam a ideia de que a responsabilidade sobre o estágio em que se encontra a fiscalização sanitária dos portos, aeroportos e pontos de fronteiras do país, ao invés de recair sobre a organização do Estado recai, principalmente, sobre o modelo de gestão da Anvisa, no caso específico, sobre a gestão da fiscalização sanitária exercida nos portos, aeroportos e fronteiras.
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